sexta-feira, 6 de novembro de 2009
UMA "NOTA DE RODAPÉ"!!!
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
FELICIDADE: MUSA DA EXISTÊNCIA HUMANA!!!
Estamos nos perguntando repetidamente, “como encontrar minha felicidade?” E os pensamentos ganham asas, e os sonhos povoam a mente, e os desejos saltam aos olhos nessa busca interminável. Mas não precisa ser assim... A felicidade é algo possível. E ela é peculiar, específica e ao mesmo tempo coletiva e deve ser partilhada, e só tem razão de ser, se assim o for. Cada um vai construindo sua concepção de felicidade, aprimorando-a de tempos em tempos, o que é inevitável. Há quem molde a felicidade na conquista de uma amor verdadeiro, há quem a perceba na aquisição de bens materiais, no status social, o ainda na exuberância de um corpo perfeito... fato é que ao alçarmos vôo para a vida, vamos perdendo algumas capacidades, imprescindíveis para a conquista da real felicidade: humildade, solidariedade, afetividade, concentração, auto-cuidado e principalmente a capacidade de nos sensibilizarmos diante de situações que o mundo nos aponta como “comum”, “natural”. É bem provável que a perda dessas capacidades leve-nos a concluir que a felicidade vem se tornando algo inatingível. Mas só a entendemos assim porque a concebemos como algo externo à nossa própria existência. É preciso agregar valores para que sua dimensão plena seja alcançada. E a felicidade se configura num estágio interno ao próprio ser, e é intransferível, subjetiva à individualidade humana. A negação da felicidade enquanto um valor que integra a psique, leva-nos, falsamente, a entendê-la como algo que encontra-se exatamente num espaço/tempo no qual nunca estamos, e esse sentimento, uma espécie de vácuo que nos circunda e atinge nossa alma, nos distancia dela sobremaneira. A sintonia entre o “EU e o EU”, é ponto de partida e de chegada para a real experiência da conquista dessa felicidade, em dimensão macro. Pode ser que a felicidade seja uma eterna dúvida, mas pode ser que não. Cabe a você decidir... Sua busca é pela felicidade que eleva seu caráter de humanidade ou pela felicidade que coleciona opiniões infundadas, conquistas supérfluas e bens findos. Mais uma vez reafirmamos a necessidade de sairmos do anonimato e nos posicionarmos, assumindo o protagonismo da nossa vida, tendo como norteador uma postura de quem lida com as adversidades com equilíbrio, otimismo e sabedoria.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Brasileirão com ou sem fases finais?
Prezados leitores,
Esta semana vamos falar de futebol brasileiro, mais especificamente do nosso campeonato nacional e uma discussão que vez ou outra vem sendo destacada na imprensa esportiva de todo País que é a sua fórmula de disputa.
Desde 2003, o futebol brasileiro adotou no seu campeonato nacional a fórmula de pontos corridos que já é tradição há muitos anos em toda Europa.
A partir de 1971, quando o Campeonato Brasileiro começou a se chamar assim, tivemos quase sempre campeões muito contestados, já que nem sempre este campeão era o time que tinha feito a melhor campanha na primeira fase, além de que neste período não se dava a oportunidade dos clubes se enfrentarem duas vezes com mandos invertidos e às vezes até alguns não se enfrentavam durante a competição o que ficava impossível de se avaliar quem era o melhor.
Outro ponto negativo era de que o planejamento dos clubes era muito prejudicado, porque pouca gente se interessava nesta primeira fase e a maioria dos clubes ficava fora das fases decisivas, que era o momento que os torcedores lotavam os estádios. Isso tudo acarretava grandes prejuízos financeiros.
Aliado a isso, passávamos por uma época onde existiram as famosas “viradas de mesa”, que significa alterações no regulamento para beneficiar principalmente os clubes grandes.
Com o advento dos pontos corridos no Brasil, muita coisa evoluiu no futebol brasileiro, principalmente no que se refere ao cumprimento de regulamentos e a definição do calendário definindo datas das competições, férias e pré-temporada.
O sistema de pontos corridos deixou uma evidência clara de que os clubes mais bem estruturados e que se preparam melhor levam grande vantagem sobre os outros e talvez este seja o grande motivo dos times paulistas serem os maiores campeões (apenas o Cruzeiro em 2003 como “intruso”) ou estarem sempre disputando a Taça Libertadores da América, principal competição do continente.
Estamos na reta final do Brasileirão 2009, 6 clubes ainda brigam pelo título e esta briga promete ir até a última rodada, em jogos emocionantes e dramáticos, o que mostra um equilíbrio muito grande na competição e que em dezembro vai mostrar mais uma vez um campeão justo, mesmo que no decorrer desta maratona de 38 jogos e 8 meses de competição aconteceram muitos percalços como erros de arbitragem, priorização de outras competições e remontagem de elencos.
Alguns, especialmente a TV, defendem o retorno da fórmula antiga, porque dizem que o brasileiro é um torcedor que gosta de jogos neste sistema e por isso vai mais aos estádios, mas o que se tem observado é um aumento gradativo de público médio presente em todos os jogos deste ano, o que mostra que o brasileiro já está entendendo que todo jogo é uma final de campeonato.
E você, leitor e seguidor do nosso blog, que tanto gosta e acompanha seu time, o que prefere? Brasileirão com fases finais ou apenas com turno e returno?
(Wederson Ramos escreve no Blog "Na Tribuna" toda segunda-feira falando de assuntos relacionados ao esporte)