quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Ser Mulher
Colegas da Tribuna, sou Antonia Guiomar, Atualmente na função de Vice-diretora da E.E. Santo Antonio e Diretora Presidente da COOPEDUC – Unopar e Colégio São João Batista; pedagoga, profissional, mãe, mulher. Na Tribuna vamos estabelecer um diálogo feminino neste espaço – MUNDO, que é de todos. E entendemos que este é o espaço da modernidade, aqui entendida como uma visão de mundo, um ideário...mas sob a ótica feminina, não se pode deixar de mencionar que esta é também uma visão de mundo interior, uma dimensão onde construímos nossas percepções e experiências exteriores. E vamos nos certificando de que se não exercitarmos nossa modernidade interior, jamais poderemos viver de fato, em um mundo moderno. Se não conhecermos as limitações, desejos, sonhos, habilidades e capacidade realização, que fundamentam nossa personalidade, não exercitaremos a tão almejada independência da vida moderna. Pode-se dizer então que a modernidade conjuga tradição e atualidade, o que requer o fino exercício da Identidade, ou seja, atitude, que nos define, nos caracteriza, nos torna únicos em meio a multidão. É este espírito de modernidade que nós, mulheres, precisamos assumir, uma atitude de respeito aos limites e possibilidades da nossa psique, uma permanente fuga do marasmo e da estagnação. Presença nas adversidades, objetividade e o “cuidar” de si e do outro. O que efetivamente vai determinar o quão modernas somos é a capacidade de nos sensibilizarmos, de atribuir valores e dimensionar o cotidiano, redefinir o nosso eu frente ao mundo. Mas e o que de fato nos tornará mulheres modernas? A ação – a ação decorrente dessa capacidade de sensibilização, é o lidar com as informações, como as viabilizamos e de que forma as tornamos úteis e as colocamos a serviço da promoção da vida... “vida em plenitude”. E nos reportamos a outras dimensões da modernidade: a ditadura da beleza, a exclusão, e propomos o resgate da mulher, profissional, espelho da sensualidade, competência, intelectualidade, a visionária protagonista desse novo perfil do “Ser, Mulher”. Qual seu perfil? Como se caracteriza sua modernidade?
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